Gust@vo Dr@go - sinônimo de SUCESSO
sábado, 18 de fevereiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Relíquia - novas capas

É com enorme prazer que eu
apresento aos meus Queridos e
Prezados Leitores as novas capas da
saga RELíQUIA (Vols. 01 e 02), padronizadas,
mais ousadas e com o mesmo toque de
sensualidade que contem a obra.
A expectativa é que o livro ultrapasse,
ao longo dos próximos 3 anos, os 10 MIL
exemplares vendidos... e entre de uma vez por
todas na lista dos mais FANTÁSTICOS da
Literatura Fantástica Brasileira.
Quem sobreviver verá!

apresento aos meus Queridos e
Prezados Leitores as novas capas da
saga RELíQUIA (Vols. 01 e 02), padronizadas,
mais ousadas e com o mesmo toque de
sensualidade que contem a obra.
A expectativa é que o livro ultrapasse,
ao longo dos próximos 3 anos, os 10 MIL
exemplares vendidos... e entre de uma vez por
todas na lista dos mais FANTÁSTICOS da
Literatura Fantástica Brasileira.
Quem sobreviver verá!

domingo, 18 de setembro de 2011
Prêmio Codex de Ouro 2011

É com imenso prazer - e bastante atraso, rsrsrs... - que venho anunciar a indicação da minha parceira Nana B. Poetisa (co-autora na saga Relíquia) ao Prêmio Codex de Ouro 2011, na categoria Poesia, com o livro: Fragmentos. Me sinto muito orgulhoso por isso, principalmente por ter sido uma das primeiras pessoas a acreditar no talento dela como escritora.
Sobre o Codex:
O Codex de Ouro é um prêmio anual promovido pelo Ponto do Autor, e, antes de tudo, o desejo de celebrarmos as conquistas dos autores que representam a força da literatura nacional. Almejamos realizar uma festa anual para os autores nacionais, em uma celebração promovida com base exclusivamente no conhecimento que buscamos na weblit.
Não temos a pretensão de definir qualidades ou apontar o que há de melhor em crítica literária, para isso já existem outros prêmios importantes como, por exemplo, o Jabuti, em âmbito nacional, ou o Nobel de Literatura, em âmbito internacional; nossas indicações baseiam-se em um termômetro que difere dos prêmios tradicionais, afinal, em nossa visão, o que mais importa é o retorno do público leitor.
Lamentamos profundamente se algumas obras extraordinárias tenham ficado de fora desta primeira edição do Codex de Ouro, mas, como foi mencionado anteriormente, nosso prêmio é definido pela base de conhecimento a que temos acesso, e nosso maior limitador é o tempo. Nossa meta é ampliar cada vez mais este conhecimento.
Diante da enormidade que é o universo literário, talvez tenhamos visto apenas uma lua nos últimos dois anos, e já ficamos maravilhados com o que vimos. Quem sabe, até a próxima edição do Codex de Ouro, não conseguimos um planeta?
Quanto mais autores, resenhistas, blogueiros, críticos, editores e colaboradores aderirem ao nosso movimento, maior, mais importante e abrangente se tornará o Codex de Ouro. A ampliação de nossa rede de conhecimento é fundamental para o enriquecimento do prêmio, e ela depende de cada ser vivo que respire literatura.
Estamos muito felizes em realizar a primeira edição do Codex de Ouro!
OBS: texto retirado, na íntegra, do próprio site, com a finalidade de ampliar a divulgação do prêmio na mídia.
Estaremos no aguardo por novidades. Desejo a todos os indicados, sucesso absoluto, em especial, à minha parceira Nana B. Poetisa. Parabéns aos seus idealizadores por esse verdadeiro GOL de PLACA na Literatura Brasileira. E claro... boa sorte a todos!
terça-feira, 14 de junho de 2011
Resenha (Orgasmos Fatais)
Queridos e prezados leitores, primeiramente eu gostaria de ressaltar o prazer que foi ter podido trabalhar na criação de capa e revisão desse livro tão polêmico, ousado e repleto de reviravoltas.
Fernanda Borges soube, no seu livro de estreia, se sair muito bem, como autora de romances policiais, usando termos técnicos precisos e sem tornar a leitura cansativa, demonstrando, de forma convincente, que sabe mesmo do assunto... tanto da rotina numa delegacia de polícia, quanto de literatura contemporânea.
Apesar do seu estilo nu e cru de escrever, ela conseguiu ir além e fazer os leitores se apaixonarem por certos personagens (Daniela), e odiarem outros (Rodolfo, Mariana). Conseguiu também causar controvérsias diante do seu final, não sendo o preferido pela maioria dos leitores, mas o correto, se tratando de justiça e honestidade.
Ou seja, em meio a cenas de sexo, mentiras, traições, intriga, mortes e inveja, Fernanda Borges conseguiu entrar, de forma expressiva e definitiva, nesse mundo ilimitado e fascinante que é a literatura de ficção. Ler o seu primeiro trabalho é uma experiência única - múltipla! -, tanto que o nome já diz tudo. Então, não perca mais tempo, desfrute você também das volúpias de um...
Orgasmo FATAL!!!
Por Gustavo Drago (autor RELíQUIA)
Apesar do seu estilo nu e cru de escrever, ela conseguiu ir além e fazer os leitores se apaixonarem por certos personagens (Daniela), e odiarem outros (Rodolfo, Mariana). Conseguiu também causar controvérsias diante do seu final, não sendo o preferido pela maioria dos leitores, mas o correto, se tratando de justiça e honestidade.
Ou seja, em meio a cenas de sexo, mentiras, traições, intriga, mortes e inveja, Fernanda Borges conseguiu entrar, de forma expressiva e definitiva, nesse mundo ilimitado e fascinante que é a literatura de ficção. Ler o seu primeiro trabalho é uma experiência única - múltipla! -, tanto que o nome já diz tudo. Então, não perca mais tempo, desfrute você também das volúpias de um...
Orgasmo FATAL!!!
Por Gustavo Drago (autor RELíQUIA)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Sinopse 2 (RELíQUIA)
Poderia mesmo existir submerso em pleno Deserto Egípcio, um templo gigantesco, repleto de mistérios e segredos, de riquezas e armadilhas mortais... o recanto de uma joia diabólica capaz de aterrorizar a mente humana e revelar até a origem de nossa existência?
Bem... essa é a pergunta que fazem Nicholas e a sua filha Jennifer, quando embarcam para o Egito, prestes a viverem a maior aventura de todos os tempos. Inspirado nos grandes sucessos do cinema (Indiana Jones e Tomb Raider) e na aclamada série de tevê (Relic Hunter), RELíQUIA – “Caminhos de um Templo Egípcio” – traz para a Literatura Brasileira o verdadeiro espírito Hollywoodiano, em 2 volumes recheados de ação e aventura... fantasia e ficção... muito humor, suspense e terror... romance e erotismo. Um enredo sensacional, baseado na teoria dos Antigos Astronautas, misturando religião, egiptologia e ufologia com extrema inteligência, nos fazendo refletir sobre a grandeza do Universo e sobre a possibilidade de Deus não ser como imaginávamos.
Sem dúvida... diversão e entretenimento até para os leitores mais exigentes.
Bem... essa é a pergunta que fazem Nicholas e a sua filha Jennifer, quando embarcam para o Egito, prestes a viverem a maior aventura de todos os tempos. Inspirado nos grandes sucessos do cinema (Indiana Jones e Tomb Raider) e na aclamada série de tevê (Relic Hunter), RELíQUIA – “Caminhos de um Templo Egípcio” – traz para a Literatura Brasileira o verdadeiro espírito Hollywoodiano, em 2 volumes recheados de ação e aventura... fantasia e ficção... muito humor, suspense e terror... romance e erotismo. Um enredo sensacional, baseado na teoria dos Antigos Astronautas, misturando religião, egiptologia e ufologia com extrema inteligência, nos fazendo refletir sobre a grandeza do Universo e sobre a possibilidade de Deus não ser como imaginávamos.
Sem dúvida... diversão e entretenimento até para os leitores mais exigentes.
Foto Oficial (evento Darkness Rising)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Darkness Rising
Eu, Gustavo Drago, estive no evento Darkness Rising, realizado no América F. C., na Tijuca, Rio de Janeiro, no dia 26 de Setembro, ao lado da minha parceira Nana B. Poetisa (Fragmentos) e de meu grande amigo escritor e prefaciador J. P. Balbino (A Seita do Caos e Das Sombras) divulgando nossas obras e projetos futuros, principalmente esse grande sucesso de crítica e vendas que está se tornando o primeiro volume da saga RELíQUIA.
Foi, de fato, uma honra, poder estar ao lado de grandes nomes da Literatura Fantástica Brasileira, como: Adriano Siqueira (Adorável Noite) e Gerson Couto (Hemisfério-Dorso). É pena que, se tratando de Rio de Janeiro, um evento como esse ainda seja uma raridade. Porém... com tamanho sucesso, tenho fé que logo essa realidade se tornará outra, nos possibilitando mais espaço na mídia, e claro, mantendo-nos motivados ao ver nossos esforços e trabalhos valorizados.
Outro ponto positivo do evento, sem dúvida, foi a retomada do projeto "Clã dos Imortais", que visa reunir grandes nomes da nossa Literatura Fantástica, com solidariedade e humildade entre os autores, em busca de uma maior divulgação de nossa arte, tão discriminada em relação à literatura estrangeira, não negando a qualidade das obras que vêm de fora, mas sim, provando que temos livros nacionais tão bons - ou melhores - que os "Crepúsculos" da vida. Ao menos, os nossos vampiros não brilham no sol!
Bem... vou ficando por aqui. Todavia, gostaria de deixar meu apelo, para que as editoras e a mídia em geral possam nos dar mais espaço, principalmente agora que estamos em ascensão. Conheço muitos amigos escritores que desistiram por falta de motivação. Vamos valorizar o que é bom, e não somente o que vem de fora. Obrigado a todos, meus Renomados e Queridos Leitores, e também, aos idealizadores do evento... pois é disso que nós estamos precisando.
Até o próximo post!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Fragmentos (por Nana B. Poetisa)
Fragmentos de um mundo ou pequenos mundos conectados entre si?
Um mundo fragmentado ou um fragmento, um pequeno pedacinho que contém o todo?
Depende de como você, leitor, verá esta obra, que por sua vez, dependerá de como ela o tocará. Abrirá a porta para um mundo inteiro novo, repleto de possibilidades, anseios, emoções, sentimentos e paixões, ou representará apenas um pequeno fragmento, de um velho mundo conhecido, que está aí, às nossa vistas e à nossa volta, mas que na realidade, bem pouco exploramos?
Nana B, abre esta obra com uma pergunta inquietante e das mais contundentes, que toma a qualquer um de assalto, ao questionar de que modo as emoções podem ser externadas. E completa, defendendo, de modo seguro e convicto, que tal vontade de traduzir anseios, sejam de que maneira for, advém de sentimentos profundos e verdadeiros, aliados, e aqui, caro leitor, é onde surge nova surpresa que nos arrebata, à intensa vontade de viver uma vida sem limites e sem restrições, traduzida em uma verdadeira fome pela vida, pelo vivo, uma fome viva.
Aventure-se, então, pois é uma verdadeira aventura vivenciar os cinquenta fragmentos do mundo das emoções de Nana B, e admire-se como este mundo, tão doce e cativante, algumas vezes, e tão cru e seco, por outras, lhe é muito familiar.
E nem poderia ser diferente, pois este é o mesmo mundo em que cada um de nós vivemos, fragmentado e embaralhado, preso e tecido a cada vida, vista e vivida por diferentes olhos, sentimentos e emoções, mas ainda assim, essencialmente o mesmo mundo.
Sacie sua fome pela vida, sua fome viva, caro leitor, e deixe que, por alguns momentos mágicos, Nana B o conduza por espaços que lhe são tão conhecidos, mas como acontece com a maioria de nós, tão pouco explorados.
Nana B, uma poetisa que desperta, e cujo nome veio para ficar, com seu jeito e sua marca própria de externar anseios.
Fragmentos é uma obra única, mais que recomendada.
Por Nelson Magrini (Autor de Relâmpagos de
Sangue, ANJO - A Face do Mal & Amor Vampiro)
quarta-feira, 11 de março de 2009
Uma Visita Inesperada (conto)
Aquele não era um dia como outro qualquer. Era um dia especial, tão especial que o aniversariante comemorava - humildes - quatrocentos e tantos anos de idade. E dignos de uma belíssima e inesquecível festa, com direito a presentes, bolo, refrigerante e parabéns pra você. Era o mínimo que deveríamos dar para a nossa Cidade Maravilhosa! Porém... a verdade não era bem essa. Os fogos até que ribombavam pelas ruas, só que estourando do cano das armas dos traficantes pra cima dos policiais, que revidavam sem qualquer cerimônia.
BANG! BANG! BANG! - cuspiam as armas da Lei, com arrogância e excessiva autoridade.
RATATATATA!!! - prosseguiam os caras entrincheirados pelos becos das favelas.
A correria se generalizava pelas ruas. Salve-se quem puder porque uma tal de morte espreitava a cada esquina, atormentando pessoas corretas como nós, mortais indefesos que fugiam dos ônibus pelas janelas, desesperados pra não serem engolidos pela chama da insensatez. Pelo fogo do Érebo, trazido à Terra pelo demônio e por seus fiéis seguidores. Pobres trabalhadores, aqueles que fechavam suas lojas às pressas, injustiçados por não poderem trabalhar. Comprar o Pão Nosso de Cada Dia para alimentar seus filhos, aterrorizados, aconchegados no colo materno. Cidadãos de bem, temendo serem os próximos a aparecerem nos noticiários vítima de bala perdida.
Santo Deus!
Santo Deus!
E assim seguia o dia primeiro de março. Um domingo que era pra ser de sol forte e de praia tomada pelos banhistas de plantão. Dia de Fla x Flu... de decisão da Guanabara... de Maracanã lotado e a galera gritando: Meeennngooo!!! Seria... afinal, sonhar não custa nada. Porém... não era. Pra ser sincero, o terror era tanto que nem o sol teve coragem de aparecer para nos impor o seu reinado, como o astro soberano e impiedoso que era. No seu lugar... raios, relâmpagos e trovões manifestavam a fúria dos deuses contra tanta criminalidade. Até parecia que o céu - negro e abracadabrante - estava prestes a desabar, enquanto os próprios homens decidiam por Deus o dia do Juízo Final.
Todavia... um Viajante chegava de mansinho à cidade, calado e ponderante - perplexo! -, circunvagando os olhos por todo aquele caos. Era incrível como o império do crime trepudiava contra os cidadãos de bem, agindo impunemente à margem da Lei! Mas essa realidade hostil e lamentável não podia intimidá-lo... detê-lo! Até porque, seus pés, descalços e calejados, guiavam-lhe a um destino deveras celestial. Suas roupas, de cores claras, mas vívidas, eram longas e surradas, transmitindo humildade e vestindo seu corpo franzino como um manto cobre um santo. Sua verdadeira identidade mantinha-se preservada debaixo do capuz. E assim seguia aquele Nobre Viajante, sempre apoiado no seu cajado. Alguém que possuía canelas finas, mas porte ereto... alguém sereno, mas imponente como o sol! Alguém capaz de atravessar sem medo ou qualquer receio, o salão de festas... ou seja, o campo de batalhas, bem no meio de todo aquele efeito pirotécnico.
Entretanto... o problema não era esse, pois as traçantes passavam longe, como se, por magia, desviassem Dele. O problema era outro, acabar com aquela babilônia... com aquele caótico mundo bandido que transformava o nosso querido Rio de Janeiro na Bagdá de Saddan. E, buscando esse glorioso objetivo, o nosso Viajante pairou-se como o mais sábio dos seres diante da escadaria do Cristo Redentor, começando a ascender seus degraus de pedra até que conquistasse o topo. Então, Ele parou... respirou fundo e foi vislumbrar a paisagem. Lá estava a cidade, vista numa única e inaudita tomada... um Cartão Postal digno de representar o nosso planeta para todas as civilizações do universo. Emocionante demais! Tanto que, dos seus olhos, uma gota de lágrima brotou, escorrendo e perdendo-se por entre sua barba. Ele admirava o Rio de Janeiro com Amor e Paixão... quase caiu aos prantos, mas acabou sorrindo, permitindo que seus dentes reluzissem no ar sombrio daquela tarde de domingo.
Era a inspiração que faltava pra cumprir aquela missão divina! Mas também sentiu tristeza por não ser carioca... por não ter nascido numa daquelas esquinas. O nosso Viajante só não conseguia compreender uma coisa: como alguns dos seus moradores tiveram a coragem - entendam estupidez - de transformar aquele paraíso tropical num verdadeiro inferno. O berço do Samba e das lindas canções condenado ao esquecimento, com sua alma manchada de vermelho diante do resto do mundo! Porém... uma luz reluzia no final do túnel - não o Santa Bárbara! -, ainda que débil e tremeluzente, mas a espera de ser alcançada. E era em busca dela que esse Viajante plantava-se perante a Baia da Guanabara. “Ah... meus caros amigos Tom Jobin e Vinícius de Moraes, agora eu sei o porquê de tanta paixão” - continuava ponderando Ele, visivelmente abasbacado.
E assim pensando, prosseguiu, subindo no parapeito de concreto.
-Oh Meu Pai, como é mesmo tão linda e maravilhosa... - murmurou o nosso Viajante - ainda bem que Tu sopraste no ouvido de Estácio de Sá o nome de Rio de Janeiro. É pena que nem todos valorizam e fazem por merecer a bênção que o Senhor lhes deu.
E uma Voz lhe respondeu:
-Eu sei, Meu Querido Filho... Eu sei. Às vezes, acho que errei ao dar a inteligência e a supremacia entre as espécies para o ser humano. Eu devia ter ouvido Noé, quando se opôs a Mim dizendo que os golfinhos saberiam cuidar do planeta melhor.
-Eu ainda acredito na raça humana, Meu Pai. Sei que existem cidadãos de bem... os mesmos que oram por Nós todas as noites e nos fazem persistir tentando salvar o pouco da dignidade que ainda resta no planeta Terra.
-Você é um Sonhador, Meu Filho. Seria capaz de morrer mil vezes na cruz pelo seu povo... e por isso, Eu muito Te admiro!
Então, o nosso Viajante abriu os braços, não imitando, mas repetindo o gesto daquela colossal e sagrada imagem de pedra-sabão, pedindo que a graça se concebesse:
"Dai-me forças, Meu Pai... ‘Todo Poderoso!’
Para curar essa gente, tão alegre, da tristeza...
Para salvar esse povo, tão gracioso, da desgraça...
Para livrá-los de uma vez por todas, da violência...
Do domínio que é imposto pelo tráfico de drogas...
Pelos traficantes e criminosos em geral!
Eu rogo a Ti, piedade!
Abençoe-os com a paz, em nome do Pai,
do Filho e do Espírito Santo... AMÉM!!!"
do Filho e do Espírito Santo... AMÉM!!!"
E assim, o povo, que estava assentado em trevas, viu uma grande luz surgir. O céu se abria, mas não era com o apocalipse... era com o surgir do sol, iniciando um novo tempo... uma nova era... dando uma trégua eterna à violência! Agora... no campo de batalha, os dois lados se abraçavam, arrependidos por terem feito a guerra... por terem atacado cruelmente seus irmãos, também filhos de Deus! E quem ganhara com isso foram as crianças, que riam no colo das mães, abençoadas com uma vida inteira de felicidade! E também, seus pais, que comemoravam aliviados em meio a beijos, abraços e juras de amor. Enfim, todos poderiam voltar a sua vida cotidiana... livre dos perigos impostos pela escória da sociedade!
Então, o nosso Viajante desceu do parapeito, voltou-se para a estátua do Cristo Redentor e sorriu radiante, dessa vez dominado pela graciosidade da missão cumprida. Uma última e cristalina lágrima ainda ousou escorrer pelo seu rosto, mas essa de alegria e não de tristeza. A Cidade Maravilhosa estava sã e salva, reluzindo a Dádiva de Deus por todas as suas ruas e avenidas, prédios e residências, como se fizesse parte do mais singelo e fantástico conto de fadas. Agora, as flores brotavam em pleno final de Verão e os Beija-flores bailavam alegremente pelos ares, coadjuvando o céu mais límpido e esplendoroso do globo terrestre.
Então, aquele Viajante tirou o capuz e disse:
-É incrível como essa esplendorosa estátua de pedra se parece mesmo Comigo, Meu Pai.
-Por esse e por outros motivos, Meu Filho, que essa cidade é maravilhosa - respondeu aquela Voz, soberana.
-Obrigado, por ter Me designado para essa missão.
E Deus concluiu sorrateiro:
-Não agradeça a Mim, Meu Querido e Prodigioso Filho... pois foram eles que escolheram Você!
18/04/2003
OBS: esse meu conto participou do concurso
Contos do Rio, realizado pelo Jornal Prosa & Verso
no ano de 2004, e encontra-se publicado na
Antologia Retalhos "Contos e Microcontos", publicada
pela Editora Andross no ano de 2007.
OBS: esse meu conto participou do concurso
Contos do Rio, realizado pelo Jornal Prosa & Verso
no ano de 2004, e encontra-se publicado na
Antologia Retalhos "Contos e Microcontos", publicada
pela Editora Andross no ano de 2007.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Apresentação
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Eu gostaria de dar as boas-vindas a todos os visitantes, sejam vocês... amigos... leitores... escritores ou outros profissionais da área. Sintam-se à vontade para manifestarem as suas opiniões, sejam elas em forma de elogios... comentários ou críticas. E não só a respeito de mim ou das minhas obras aqui apresentadas, mas sim... a respeito de tudo o que tenha a ver com entretenimento. Diante desse meu pronunciamento (ainda que por escrito... rsrsrs!) eu declaro aberto esse Blogger. Venham... debatam... aprendam e se divirtam!!!
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